Identificação da prevalência para anemia em crianças de 06 a 24 meses no município do Guarujá (SP)

Cristiane Gusman Barbosa Righi, Charles Artur Santos de Oliveira

Resumo


A prevalência de anemia por carência de ferro vem aumentando nas últimas décadas. Crianças, gestantes, lactantes (mulheres que estão amamentando), meninas adolescentes e mulheres adultas em fase de reprodução são os grupos mais afetados pela doença, muito embora homens (adolescentes e adultos) e idosos também possam ser afetados. As crianças menores de cinco anos constituem o grupo de maior risco, tendo como principais causas: a depleção dos estoques de ferro no nascimento; o decréscimo de sua ingestão; o aumento das perdas de ferro orgânico; a redução na sua absorção, e o aumento da demanda. O objetivo foi verificar a prevalência de anemia nas crianças de 6 a 24 meses, do município do Guarujá. O trabalho foi realizado em unidades básicas de saúde do município de Guarujá, durante a CAMPOLIO, onde os responsáveis pelas crianças foram informados da pesquisa e questionados quanto ao interesse de participação. Com a assinatura do termo de consentimento, as crianças foram submetidas ao teste bioquímico que avalia a hemoglobina. Foram pesquisadas 259 crianças entre 06 e 24 meses. A prevalência de anemia foi de 49,4%, sendo maior nas crianças do sexo masculino (62,5%) e 19% da população total apresentou anemia grave (hemoglobina ?9,5g/dl). A faixa etária que apresentou maior prevalência de anemia foi a que compreende 6 a 12 meses, com 57% de anêmicos. Os achados deste estudo mostraram uma alta prevalência de anemia entre as crianças observadas, o que demonstra a necessidade de intervenções preventivas.

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