Cefaléia pós-raqui

Júlia de Carvalho Galiano, Marina Bellintani de Freitas, Bruna Moraes Cabreira, Guilherme Paniguel Gehring Cardoso, Laís Farrapo de Barros Leite, Maria Aparecida Pedrosa dos Santos

Resumo


A punção raquidiana é utilizada para colheita de líquido céfalo raquidiano (LCR) com o objetivo de fazer diagnóstico de patologia, para a introdução de medicação no espaço subaracnóideo com quimioterápico e anestésico local. Quando fizer a injeção de anestésico local tem-se a raquianestesia. A raquianestesia, também denominada de Anestesia Espinhal (AE) ou Anestesia Subaracnóidea (AS) é uma técnica muito antiga utilizada para aliviar a dor oriunda de procedimentos cirúrgicos de emergência ou não, e consiste na introdução de uma agulha no espaço subaracnóideo, com o objetivo de depositar anestésico ai e automaticamente proporcionar a anestesia em segmentos corpóreos específicos. Para a realização de tal técnica tem-se que obrigatoriamente perfurar a meninge duramáter, deixando nessa uma seqüela que é o orifício de entrada e saída da agulha. Devido a esse orifício o LCR, que encontra-se dentro do espaço subaracnóideo, sai por ele e passa a ser armazenado no espaço peridural provocando dessa forma a hipotensão liquórica.  Quando instala-se a hipotensão liquórica o paciente passa a desenvolver a complicação chamada de cefaléia pós-raqui. A cefaléia pós-raqui é uma das complicações neurológicas mais freqüentes da raquianestesia. O objetivo desse trabalho é apresentar a anatomia  do canal medular, a técnica da raquianestesia, a fisiopatologia da cefaléia pós-raqui, os fatores de risco para o seu desenvolvimento, o tratamento, e disponibilizar para os alunos e profissionais da área da saúde o entendimento da ocorrência dessa patologia, para isso será utilizada bibliografia especializada e atualizada.

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